Para as mídias que não são tradicionais, é comum utilizar o termo “mídias alternativas”.
Uns defendem o termo, considerando que o “alternativo” expressa apenas o diferente, o inusitado, aquilo que chama a atenção. Já outros acreditam que a palavra trata essas mídias de forma pejorativa, já que “alternativo” significa aquilo que é outra opção para o tradicional, uma alternação que não tem “vida própria”.
Entre tantas opniões, o fato é que é de fácil compreensão o term0 mídia alternativa quando o utilizamos. As mídias tradicionais seriam aquelas da “grande massa”, reconhecidas pelo um número mais de expectadores e historicamente melhor posicionadas para o público em geral, como por exemplo, a TV, o rádio e o outdoor. Já as “alternativas” são focadas em um target específico, surgiram a menos tempo, são também originais e trazem em si (no próprio conceito de existirem) a novidade, a atenção exclusiva e a publicidade em forma de entretenimento.
Apesar das suas serem consideradas por muitos como extremos do marketing, a situação não pode ser vista como uma guerra. Tudo depende é claro de como cada tipo de mídia vai ser utilizada, do planejamento de marketing em que elas estão inseridas, do perfil do público-alvo, da mensagem a ser transmitida, do tempo de exposição e etc. As nuances são diversas, e vai depender de cada profissional de comunicação enxergar o potencial de cada mídia. Além disso, podem funcionar muito bem juntas, inclusive.
No entanto, uma coisa é certa: em um mundo que que as informações “brigam” cada vez mais para se sobressairem aos olhos dos consumidores, ter a disposição variadas e diferentes opções de divulgar a sua marca, produto ou serviço se faz de extrema importância no nosso cenário atual, de um mundo fincado na comunicação rápida, eficaz e objetiva.
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